Self-medication and Public Health: A Critical Analysis of the Impacts and Professional Challenges
DOI:
https://doi.org/10.14295/idonline.v20i82.4420Keywords:
self-medication, public health, rational use of medicines, pharmacistAbstract
Self-medication refers to the use of medicines without professional guidance, usually based on personal judgment or advice from non-specialized sources. Although this practice is common in many societies, its indiscriminate use represents an important public health concern. This study aimed to analyze the impacts of self-medication on Brazilian public health and to discuss the role of pharmacists in promoting the rational use of medicines. This research is a qualitative bibliographic review based on scientific articles, institutional documents and official regulations related to the subject. The results indicate that self-medication is associated with several health risks, such as adverse drug reactions, drug interactions, delayed diagnosis of diseases and increased bacterial resistance. In addition, factors such as difficulty in accessing healthcare services, media influence and easy access to medicines contribute to the spread of this practice. In this context, pharmacists play a fundamental role in guiding the population, promoting the rational use of medicines and identifying situations that require medical referral. It is concluded that reducing the harms caused by self-medication requires integrated strategies, including health education, strengthening pharmaceutical care and the development of public policies aimed at the safe and responsible use of medicines.
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