A Formação Filosófica e o Desafio de Ensinar Filosofia na Educação Básica
DOI:
https://doi.org/10.14295/idonline.v20i82.4467Palavras-chave:
Filosofia, Formação docente, Educação básica, Pensamento crítico, Práxis emancipadoraResumo
Este artigo se propõe a investigar a formação filosófica e as dificuldades que os professores encontram ao ensinar Filosofia na educação básica. Entende-se que a formação de professores nesta área deve ir além do simples domínio de conteúdos teóricos, incluindo uma perspectiva crítica, ética e política que permita à prática educativa se tornar uma ação emancipadora. A pesquisa, embasada em teóricos como Saviani (2011), Freire (1996), Gallo (2002) e Chauí (2000), evidencia a relevância de uma formação que una teoria e prática, estimulando o pensamento autônomo e crítico dos alunos. É evidente que, em meio a reformas curriculares e políticas educacionais que frequentemente menosprezam as ciências humanas, o ensino de Filosofia se posiciona como uma forma de resistência, promovendo a formação de indivíduos críticos e conscientes de seu papel na sociedade. A pesquisa também revela que o professor de Filosofia deve assumir o papel de mediador no diálogo, promovendo o questionamento e o uso da razão como ferramentas de liberdade. É evidente que, para consolidar uma educação que verdadeiramente humaniza, é fundamental fortalecer a formação filosófica, especialmente no que se refere à democracia, à justiça social e ao pensamento crítico.
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