Relato de experiência das atividades de territorialização por residentes multiprofissionais em saúde coletiva

Heleno José Barbosa Neto, Fabíola Olinda de Souza Mesquita, Alaine Santos Parente, Débora Isabel Rodrigues dos Santos Silva, Eliane Pereira Nascimento, Priscila Karoline de Menezes Silva, Tuanny Italla Marques da Silva, Yrismara Pereira da Cruz

Resumo


O objetivo desse trabalho é relatar a experiência das atividades de territorialização desenvolvidas por residentes multiprofissionais em saúde coletiva. Trata-se de estudo descritivo, fruto de um processo de vivências e reflexões críticas acerca da territorialização vivenciado no 1º ano de residência (R1) em três Unidades de Saúde da Família de um município do interior de Pernambuco, no ano de 2016. As atividades consistiram em observação participante e elaboração de um mapa do território da área adstrita apresentado ao final do estágio as equipes de saúde da família, preceptores e gestores locais. A construção do mapa do território foi considerada como ferramenta fundamental para a gestão em saúde na atenção primária. Reconhecer o território com suas diversas características e particularidades locais permitiu uma compreensão ampliada do processo saúde-doença, à luz dos condicionantes e determinantes da saúde.

 

 


Palavras-chave


Atenção Primária à Saúde. Estratégia Saúde da Família. Saúde Pública

Texto completo:

PDF

Referências


ARANTES, L. J.; SHIMIZU, H. E.; MERCHÁN-HAMANN, E. Contribuições e desafios da Estratégia Saúde da Família na Atenção Primária à Saúde no Brasil: revisão da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, v. 21, n. 5, p. 1499–1510, 2016. Disponível em: . Acesso em: 07 de outubro de 2017.

ARAÚJO, G. B.; FILHO, F. W. P. A.; SANTOS, R. S.; LIRA, R. C. M. Territorialização em saúde como instrumento de formação para estudantes de medicina: relato de experiência. Revista Sanare, v. 16, n. 1, p. 124–129, 2017. Disponível em: < https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/view/1103>. Acesso em: 07 de outubro de 2017.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União, seção 1, p. 7042, 2017.

_____.Ministério da Saúde. Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Diário Oficial da União, Brasília- DF, seção 1, p. 48-55, 2011.

COSTA, T. C.; VASCONCELOS, T. B. Processo de territorialização da residência multiprofissional na cidade de Quixadá/CE : relato de experiência. Revista de Ciências Médicas e Biológicas, v. 15, n. 1, p. 73–81, 2016. Disponível em: < https://portalseer.ufba.br/index.php/cmbio/article/view/14363/11101>. Acesso em: 07 de outubro de 2017.

MACHADO, M. C. et al. Territorialização como ferramenta para a prática de residentes em saúde da família: um relato de experiência. Revista de Enfermagem da UFPE, v. 6, n. 11, p. 2851-2857, 2012. Disponível em: . Acesso em: 07 de outubro de 2017.

OLIVEIRA, M. A. DE C.; PEREIRA, I. C. Atributos essenciais da Atenção Primária e a Estratégia Saúde da Família. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 66, n. spe, p. 158–164, 2013. Disponível em: . Acesso em: 07 de outubro de 2017.

TETEMANN, E. C.; TRUGILHO, S. M.; SOGAME, L. C. M. Universalidade e Territorialização no SUS: contradições e tensões inerentes. Textos & Contextos, v. 15, n. 2, p. 356–369, 2016. Disponível em: . Acesso em: 07 de outubro de 2017.

PESSOA, V. M. et al. Sentidos e métodos de territorialização na atenção primária à saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 18, n. 8, p. 2253-2262, 2013. Disponível em: . Acesso em 10 de setembro de 2017.




DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v12i39.991

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


A Id on Line (ISSN: 1981-1179) é indexada nas seguintes bases de dados: