A importância do atendimento pré-hospitalar para o paciente politraumatizado no Brasil: Uma Revisão Integrativa / The importance of prehospital care for polytrauma patients in Brazil: An Integrative Review

José de Arimatéa Muniz de Alencar Sampaio, Thárcio Ruston Oliveira Braga, Macerlane de Lira Silva, Ocilma Barros de Quental

Resumo


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que atende pelo telefone 192, é um serviço oferecido pelo Governo Federal desde 2003, com finalidade de prestar assistência aos casos de urgência e emergência no Brasil. Os atendimentos são diversos, e envolvem desde causas clínicas, psiquiátricas, pediátricas, obstétricas, cirúrgicas e traumáticas. Dessa forma, o presente artigo tem como objetivo analisar a importância do atendimento pré-hospitalar para paciente politraumatizado no Brasil. Para isso, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, feita a partir do levantamento de artigos nos portais Pubmed e BVS Brasil, entre os meses de julho de 2018 a agosto de 2019. A qualidade da reabilitação do paciente vítima de politrauma envolve todos os cuidados, desde o momento da triagem, até sua evolução, transporte e cuidados intra-hospitalares. O manejo precoce e adequado por uma equipe capacitada é de suma importância para o desfecho do paciente.

 



Palavras-chave


Serviços médicos de emergência; Assistência pré-hospitalar; Traumatismo múltiplo; Equipe de assistência ao paciente

Texto completo:

PDF

Referências


BRASIL Ministério de Saúde. Portaria GM. Nº 1.864, de 29 de Setembro de 2003. Implantação de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência em municípios e regiões de todo território brasileiro: SAMU 192 Política Nacional de Atenção as Urgências. [Internet]. MS. Brasília; D.F. 2006. Disponível: http://portal.saude.gov.br/portal/ arquivos/pdf/politica%20nacional.pdf. Acesso em: 31 mar. 2018.

BRASIL. Conselho Federal de Medicina (CFM). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Manual instrutivo da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 2048, de 05 de novembro de 2002: Regulamento Técnico dos Sistemas de Urgência e Emergência. 3ª ed. Brasília (DF): MS; 2006.

BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo da unidade de emergência: Hospital São Rafael – Monte Tabor. 10ª ed. Brasília; 2002.

AZEVEDO, A. L. C. S. et al. Organização de serviços de emergência hospitalar: uma revisão integrativa de pesquisas. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2010;12(4):736-45. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/6585/8497

CAVALHEIRO, K. A. et al. Serviço de atendimento móvel de urgência: diagnóstico préhospitalar. Revista Vigilância em saúde: Ação, promoção, diagnóstico e tratamento. V. 3. N. 5. Pag. 08-20, 2019

EGBERINK, R. E., et al. Trauma team activation varies across Dutch emergency departments: a national survey. Scand J Trauma Resusc Emerg Med.; Vol. 23, 2015.

FRINK, M. et al. Multiple Trauma and Emergency Room Management. Dtsch Arztebl Int. V. 114. Cap. 29-30. Pag. 497–503, 2017.

HU, P. Y. et al. Construção de atendimento ao trauma sob a orientação de centros de trauma em nível de condado. Chin J Traumatol. Vol. 21. N. 5. Pag. 256–260, 2018.

HUSSMANN, B.; LENDEMANS, S. Pre-hospital and early in-hospital management of severe injuries: Changes and trends. Injury, Int. J. Care Injured. V. 45. P. 39–S42, 2014.

MARTINS, C. B. G.; MATOS, K. F. Mortalidade por causas acidentais na população infanto-juvenil. Rev Baiana Enferm. v. 27, n. 2, 2013.

MCCULLOUGH, A. L. Early management of the severely injured major trauma patient. British Journal of Anaesthesia, Vol. 113, Cap. 2, Pag. 234 – 241, 2014.

O’DWYER, G.; MACHADO, C. V.; ALVES, R. P.; SALVADOR, F. G. Atenção pré-hospitalar móvel às ur - gências: análise de implantação no Estado do Rio de Janeiro. Ciênc Saúde Coletiva, v. 21, 2016.

RODRIGUES, M. S.; SANTANA, L. F.; GALVÃO, I. M. Utilização do ABCDE no atendimento do traumatizado. Rev Med (São Paulo). V. 96. N. 4. Pag. 278-80, 2017.

SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Saúde. Oque é o SAMU: Introdução. 2014. Disponível em: . Acesso em: 15 mar. 2018.

SANTOS, J. L. G.; LIMA, M. A. D. S.; PESTANA, A. L.; GARLET, E. R.; ERDMANN, A. L. Desafios para a gerência do cuidado em emergência na perspectiva de enfermeiros. Acta Paul Enferm. v. 26, n. 2, 2013.

SOUZA, M. T; SILVA, M. D.; CARVALHO, R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein. V. 8. P.102-6, 2010.

WANG, H. E.; MANN, N. C.; CARLSON, J. N.; JACOBSON, K. E.; DONNELLY, J. P.; MUELLER, L. R. National characteristics of emergency medical services in frontier and remote areas. Prehosp Emerg Care. V. 20, 2016.




DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v13i48.2297

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


A Id on Line (ISSN: 1981-1179) é indexada nas seguintes bases de dados: