A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INFELICIDADE E O ESTRESSE HUMANO NO TRABALHO

Bernardo Melgaço da Silva

Resumo


O homem quer como ser social quer como sujeito potencialmente criativo e criador é tanto agente quanto o paciente das descobertas-transformações inerentes às suas próprias idealizações-criações. No afã de aumentar seus horizontes de conhecimento e de restabelecer o equilíbrio de suas necessidades básicas, ele busca novos parâmetros de conquistas e realizações conduzindo gradativamente o grupo social a uma redefinição de seus papéis sociais e existenciais.

O ser humano em sua forma moderna de sobrevivência criou nos últimos séculos três grandes espaços organizados, interdependentes e padronizados que são: a sociedade, a empresa e a ciência. De um lado a sociedade se comporta como agente de consumo "forçando" a empresa somente a produzir o que a sociedade deseja e necessita. E por outro lado, ela se comporta como um mercado-agente de produção "forçando" a ciência a enveredar por novos caminhos do conhecimento, face as dificuldades inerentes a carência de recursos para as suas necessidades básicas de sobrevivência. É dentro desse contexto que as empresas e os mercados procuram se organizar, se estruturar e sobreviver competindo entre si para o bem comum da sociedade, da família e do indivíduo.


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DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v7i19.229

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