Significado Da Vivência Em Instituição De Longa Permanência

Renara Meira Gomes Meira Gomes, Jessica de Oliveira Rocha Oliveira Rocha, Maria da Conceição Quirino dos Santos Quirino dos Santos, Zenilda Nogueira Sales Nogueira Sales, Eliane Fonseca Linhares Fonseca Linhares, Norma Lopes de Magalhães Velasco Bastos Lopes de Magalhães Velasco Bastos

Resumo


Buscando trabalhar com os idosos institucionalizados, o trabalho pretende como objetivo relatar experiências vivenciadas, enfatizando qualidade de vida e os significados por eles atribuídos. Método: tipo qualiquantitativo descritivo, através de entrevista semiestruturada, tabelas, gráficos e um diário de bordo onde o autor deixa suas impressões. Resultados: sendo o asilo a instância encarregada de acolher a face rejeitada do idoso e dentro do possível, reestruturá-lo, oferece aquilo que a sociedade lhe negou. Conclusões: evidentemente que uma carga de dor e sofrimento acompanha aqueles que se encontram na condição de internos, pois ter o asilo como último refúgio significa habitar em um universo paralelo, com um tipo de socialização alternativa, que só em pontos determinados e situações bem específicas interage com o mundo exterior

Palavras-chave


Idoso institucionalizado; Vivência; Profissional de saúde.

Texto completo:

PDF

Referências


BARDIN, L. Análise de conteúdo. Tradução Luís Antero Reto- Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70; 2012. Edição revista e ampliada.

BESSA, M.E.P.; SILVA, M.J. Motivações para o ingresso dos idosos em instituições de longa permanência e processos adaptativos: um estudo de caso. Texto Contexto Enferm. Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 258-265, jun., 2008.

CARVALHO, J.A.M.; GARCIA, R.A. O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3):725-733, mai-jun, 2003.

CARVALHO, M.C. (org.). A família contemporânea em debate. São Paulo: Cortez, 2003.

HALBWACHS, M. A memória coletiva. Tradução de Beatriz Sidou. 2ª ed. São Paulo: Centauro, 2013.

MINAYO, M.C.; S. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Suely Ferreira Deslandes; Romeu Gomes; Maria Cecília de Souza Minayo (organizadora). 29 ed. Petrópolis: Vozes, Rio de Janeiro, 2011, pág. 21.

Ministério da Saúde (Brasil). Guia Prático do Cuidador. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Brasília, 2008; Páginas 05 e 07.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Caderneta de saúde da pessoa idosa: manual de preenchimento / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.

RICHARDSON, R.J. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3. Ed. Ver. E ampl. São Paulo: Atlas, 1999.

RODRIGUES, R.A.P.; MARQUES, S.; FABRÍCIO, S.C.C. Envelhecimento, saúde e doença. Arq. eriatr. Gerontol., v.4, n.1, p.15-20, 2000.

ROSA, M. Psicologia Evolutiva: psicologia da idade adulta. 1993. Petrópolis: Vozes. Miranda, Thaís C. Senescência e senilidade - O que é isso?

ROSA, T.E.C.; BENÍCIO, M.H.D.; LATORRE, M.R.D.O; RAMOS, L.R. Fatores determinantes da capacidade funcional entre idosos. Rev. Saúde Pública, v.37, n.1, p.40-8, 2003.

SOUZA, J.L.C. Asilo para idosos: o lugar da face rejeitada. Jornal da Universidade Federal do Pará, Belém, ano 4, nº 1, p. 77-86, 2003.

TEIXEIRA, M.B. Empoderamento de idosos em grupos direcionados à promoção da Saúde. 2000. Dissertação (Mestrado) - Escola Nacional de Saúde Pública, FIOCRUZ, Rio de Janeiro.

TOMASINI, S.L.V.; ALVES, S. Envelhecimento bem-sucedido e o ambiente das instituições de longa permanência. RBCEH. Passo Fundo, v. 4, n. 1, p. 88-102, jan./jun., 2007.

WORLD Healt Organization (Who). Envelhecimento Ativo: uma política de Saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005.




DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v12i40.1166

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


A Id on Line (ISSN: 1981-1179) é indexada nas seguintes bases de dados: