A medicina como profissão: refletindo o trabalho do médico

Juliana de Freitas Vasconcelos, Túlio Sugette de Aguiar, Maria Geórgia de Oliveira Gonçalves, Daniel Reis Melo, Raissa Araújo Rolim

Resumo


Doença e saúde são condições relacionadas, tanto às condições de vida das pessoas, quanto à forma como trabalham e em que condições essa atividade laboral acontece. No caso dos médicos e dos profissionais de saúde de uma maneira geral, torna-se imprescindível uma interação positiva destes profissionais com o seu ambiente ocupacional, de forma a que esta seja uma experiência gratificante e realizadora. Neste aspecto, o ambiente e as condições de realização do serviço, desempenham um papel importante na determinação da qualidade do relacionamento da pessoa com o seu trabalho, o que vai implicar diretamente no seu Bem-Estar. As condições de trabalho têm sido deterioradas, havendo uma grande insatisfação com a remuneração recebida através do trabalho médico. Estes profissionais sentem-se cansados, desmotivados e apáticos diante da vida; a atividade médica tem deixado de ser uma fonte de desejo e prazer, para tornar-se numa fonte de desgaste por conta da burocracia, das jornadas exaustivas de trabalho, das quantidades de consultas e atos e procedimentos terapêuticos exigidos. Nesta perspectiva, este estudo trata de refletir questões relacionadas a dimensão laboral do médico, tentando conhecer até que ponto a exposição ao estresse laboral afeta o auto-cuidado desses profissionais e, conseqüentemente o seu Bem-estar subjetivo.


Palavras-chave


Bem-Estar Subjetivo, Estresse Laboral, Trabalho Médico

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DOI: https://doi.org/10.14295/idonline.v6i16.10

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